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sexta-feira, 6 de março de 2015

Corpo, um tratado sobre o trespasse


"eu que sou isento, digo, que me devore um buraco ou fora ou dentro"

HERBERTO HELDER



"In this world which we enter, appearing from a nowhere, and from which we disappear into a nowhere, Being and Appearing coincide."
Arendt, Hannah. The Life of the Mind



Die Spinnen - Parte I, Fritz Lang, 1919

 Beethoven (Abel Gance, 1936)


Vampyr, Dreyer, 1932

 Judex, Franju, 1963


 Force of evil, Abraham Polonsky, 1948


 L'Atalante, Jean Vigo, 1934




Why Husbands Flirt (Al Christie ,1918)

Woman in the dunes, Teshigahara, 1964


Ossos (Pedro Costa, 1997)


You only live once, Fritz Lang, 1937

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Espírito de Ozu




Sweet Exorcist, Pedro Costa, 2012
 Moses und Aron (Straub & Huillet, 1975)



o AMANHÃ clama: Resistência
( vidas aquecidas pelas lembranças melhores: as de um futuro por vir )

o ONTEM sossega: Existência
( a participação - geral e particular - na História age sobre as cabeças e os corpos) 

4 de Dezembro.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Intrusão

Tout Refleurit, Pedro Costa
Aurélien Gerbault, 2006

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Cinema Colectivo.

Pedro Costa, sobre filme colectivo "L'État du Monde"

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Dançar contra o mundo.



"o progresso é uma mentira e o estilo é uma mentira." 

"(...) o melhor filme que existe sobre o nazismo é um filme do Chaplin, é um filme de ficção e chama-se O Grande Ditador. Não vejo coisa maior. Mas claro que há coisas importantíssimas sobre o nazismo, há um filme chamado Noite e Nevoeiro,  há um filme chamado Shoah, mas o filme do Chaplin, e sobretudo porque foi feito durante a ascensão do famoso rapaz, é qualquer coisa. Aquela elegância. E é isso que eu adoro, contra os brutos, mostrar a nossa elegância. A dança dele com o mundo… é a prova de que vencemos a brutalidade com ternura, com tudo o que é contrário ao nazismo, ou ao fascismo, ou à prepotência..." 

Pedro Costa

#1 Revista Cinergia : http://cinergia-revista.tumblr.com/

domingo, 17 de julho de 2011

O Nosso Homem.


O NOSSO HOMEM (2011) : PEDRO COSTA

Eu era bom pedreiro. Nunca fiz uma parede torta. / O meu patrão nunca se queixou de mim. / Um dia o trabalho acabou, fiquei sem fundo de desemprego. / Sem reforma, sem abono de família. / Procurei trabalho por todo o lado e não encontrei. / Não levava dinheiro para casa e a Suzete correu comigo.
Vencedor do Melhor filme da 19ª edição do Festival de Vila do Conde

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Da Natureza, da Arte ou da Vida.



"Para um criador, uma teoria não é nada, não serve senão para as pessoas já mortas."
FRITZ LANG
entrevista a Jean Demarchi e Jacques Rivette
Cahiers nº99, Set. 1959



"A obra de arte é de uma solidão sem fim, e nada está mais longe de tocá-la do que a crítica."
RAINER MARIA RILKE
Cartas A Um Jovem Poeta


"...E é isto, meu caro! É isto que nos torna pobres no meio das riquezas: por não podermos estar sós, por o amor não morrer em nós enquanto vivermos. Dá-me de novo o meu Ádamas e vem com todos os que me pertencem, para que o antigo mundo belo entre nós se renove, para que nos reunamos e unamos nos braços da nossa divindade, da Natureza...."
FRIEDRICH HOLDERLIN
in Hipérion ou O Eremita Da Grécia











"Caça ao Coelho com Pau", Pedro Costa, 2007


Tarrafal, Pedro Costa, 2007


sábado, 5 de março de 2011

Pelo contrário

PEDRO COSTA sobre Film Socialisme
Ipsilon, 4 /3/2011



via blog Ainda não começámos a pensar

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

10.

O TOP 10 DE PEDRO COSTA
a convite da Criterium




domingo, 20 de fevereiro de 2011

Luz.

The Big Heat (1953) Fritz Lang

Work with natural light whenever possible.
I have to take them to the light, which means to the window.
There's no place for two at the window so one will be in the dark: a voice, a conscience.

PEDRO COSTA
Mesa redonda com Jacques Rancière,
conferência "Imagem na Ciência e na Arte", 18 Fev 2011

viaRadical Cut

terça-feira, 23 de novembro de 2010

My Darling Clementine,


We're just wandering, we're just a-wandering like fools.













( . . . )

Vagabonding on the Pacific, John Barrymore (1926)


La Ciénaga, Lucrecia Martel (2001)




Tempest, Paul Mazursky, 1982






Colossal Youth, Pedro Costa, 2006




I used to write,
I used to write letters I used to sign my name
I used to sleep at night
Before the flashing lights settled deep in my brain


But by the tim
e we met
By the time we met the times had already changed

So I never wrote a letter
I never took my true heart I never wrote it down
So when the lights cut out
I was left standing in the wilderness downtown


Now our lives are changing fast
Now our lives are changing fast
Hope that something pure can last
Hope that something pure can last












Le Petit Soldat, JLG, 1963