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terça-feira, 2 de junho de 2015

Sobre o que nunca vou saber.

Monk's House, chalet do séc XVIII na aldeia de Rodmell - lounge e biblioteca de Virgina Woolf

''Penso: e se aquilo que não sabemos pudesse ser medido em quilómetros?'' Catarina Mourão em A Toca do Lobo, 2015

Como disse Almada diante de uma biblioteca, o que aí testemunhamos é a própria mortalidade. A verdade é que não sabemos se a finitude nos vai permitir ler tudo o que queríamos e necessitaríamos. O ir vivendo é, a cada instante, a responsabilidade da escolha. 


sábado, 25 de janeiro de 2014

{A Room of One’s Own}

Interiors, Woody Allen, 1978

quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

Rebels without a cause




«existe algures uma beleza», pensava Delia, «algures há liberdade, e algures ele está... a usar a sua flor branca...»
in Os Anos, Virginia Woolf



o primeiro amor é sempre errante, é sempre trágico: 



a sociedade é por génese conservadora : contém os vôos individuais.
amar é a primeira forma de infringir a lei. 
o amor não conhece leis.

This boy and this girl
were never properly introduced
to the world they live in

THEY LIVE BY NIGHT ( NICHOLAS RAY, 1949 )

sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

Balada dos antepassados.

“If Shakespeare had never existed, He asked, would the world have differed much from what it is today? Does the progress of civilization depend upon great men?” (VIRGINIA WOOLF)



Unchanging Sea, D W Griffith, 1910