Domingo, 20 de Julho de 2008

RADIOHEAD.


Punch Up at a Wedding


Obrigada, Mugee.

Hoje sinto-me assim:


(My mind is not right)


Loliness by Art Photograh Gallery

Champagne, by Sacha Hilton

by Photographers Direct

by Elliot

Bristle Cone, by Carl Scofield

The Dresden Dolls

Sábado, 19 de Julho de 2008

GERAIS, PARTICULARES E CINEMATOGRAFICOS.

Há que dar largas à vontade de gritar.


A REVISÃO
Se há regra importante na vida é a da Segunda Oportunidade. Esta concessão aplica-se ao Cinema. O visionamento de um filme é inevitavelmente condicionado pelas mesmas limitações do que qualquer experiência, como sejam os estados de espírito, as lembranças recentes, a maturidade ou a indentificação com experiências prévias.
Por isso, todos os filmes que não foram anteriormente apreciados, merecem uma oportunidade posterior, plena da vontade de resgatar a qualidade e o gosto e de efectivar as certezas. Dei a minha segunda oportunidade ao Closer, e foi das melhores coisas que fiz.
Visto há uns anos, o filme só levou de mim o rótulo de pretensioso e novelesco: não possuía, então, a experiência e sensibilidade necessárias para engolir a magnitude de um Closer, e a realidade presa àquelas relações. O murro que levei no meu idealismo pueril, preso às concepções erróneas que esculpiam o relacionamento amoroso na ordem, desencadeou-me uma repulsa distante. Por contraste, imagens encheram-me os olhos e ficararam a pairar-me na mente, estimulando a vontade de rever. Os cabelos algodão-doce sobre azul da "Alice", a stripper de jeito infantil, traços angelicais e carências afectivas, interpretada com brilhantismo pela Natalie Portman; a mesma figura rodando sobre dourados com uma peruca loira que lhe dá corpo a toda a aura; a emblemática e magnífica cena da fotografia, em que o misterioso vulto de Alice observa, com curiosidade, o próprio retrato.







São cenas conseguidas com perfeição aguda, em que os cenários se fundem em pleno com as personagens. O guarda-roupa e a cenografia equilibram-se numa sintonia despercebida e creditada, que provoca a transmigração inconsciente do espectador: apenas perante a unificação de uma determinada realidade cinematográfica é que o plot viverá. O espectador entregar-se-á em pleno ao convite para acesso a uma nova realidade, se acreditar que ela é, efectivamente, real, num determinado tempo, espaço e condições previamente delineadas. E só esta construção sucessiva e credível se constituirá como instrumento capaz de suster a atenção de quem vê um longa metragem.
Neste sentido, vamos desdobrar o Cinema como síntese de várias artes, num globo de dependência, mutualismo e recíprocidade, mas longe de qualquer supremacia relativa. O Cinema, como experiência sensorial totalizante, tem ao seu dispôr a especificidade da música, do teatro, da literatura, da pintura, da fotografia, da moda, do design . A arte está na conjugação orquestrada de todos estes meios, na perfeita consciência da equivalente importância de cada um.
É-me frequente encontrar assumidos "cinéfilos" (inclusiva e ridiculamente debaixo dos holofotes da comunidade cinematográfica da blogoesfera portuguesa), que elevam o Cinema aos píncaros da representação artística, desvalorizando os outros meios da expressão, ou tomando-os por incompletos. Ouça-se Peter Greenway, que aponta Vermeer como o primeiro cineasta da história e que recentemente nos trouxe o lindíssimo "A ronda da noite", perfeitamente enquadrado à semelhança dos renascentistas, e iluminado "à Rembrandt". Lembrem-se estes cinéfilos que, segundo aprendemos, nos primórdios do Cinema, a primeira inovação de iluminação cinematográfica chegou-nos pelas mãos de Griffith em 1919, no seu Broken Blossoms, exactamente com o nome de "Rembrandt lightning" devido às semelhanças com as técnicas de projecção da luz únicas utilizadas pelo pintor.



A ESCOLA DE CINEMA E EU ou O QUE EU JÁ ESTOU FARTA DE DIZER
Vou-me dirigir em particular a determinados coleguinhas da ESTC, que tive o prazer de rever na noite de apresentação anual dos filmes produzidos pela Escola no ano lectivo 2007-2008, e a quem já não via desde a minha desistência do curso em questão. Desta cerimónia, só posso apontar agrado e surpresa: efectivamente, a ESTC produziu algumas coisas com qualidade, entre os quais os meus favoritos, os exercícios Aleluia (2º ano), Sturm e Duelo (3ºano).
Aos que, com familiaridade, se mantêm, inchados, no pedestal do escárnio e maldizer, eu vou insistir em deixar o conselho apontado ali em cima: REVISÃO! Balanços existenciais esporádicos são saudáveis, acreditem em mim, e estranha-me a sucessão de desgostos cinematográficos expostos com essa amplitude arsenal de insulto. Felizmente, os grunhidos de enjoo continuam a surtir o mesmo efeito sobre mim e, assim, a decisão de saída deste estabelecimento regozija-se pelas comprovações da certeza.
E a quem ainda esta semana se atreveu, mesmo contra a minha sucessiva explicitação deste tópico como discussão encerrada, a mencionar a minha desistência como a manifestação de uma infantilidade patológica a precisar de cura, eu vou apontar com veemência a enumeração feita aos condicionantes da experiência: A subjectividade mora nos limites mais ínfimos da vivência pessoal e, como se a irritação própria não atingisse os ouvidos em meu redor e a expressão do tédio não achasse leitura nas percepções do senso comum que se esperam, eu deixo por escrito: não mais falarei sobre a possível recandidatura à Escola de Cinema e muito menos desfiarei em contas os inúmeros motivos que me afastaram de lá, enquanto aluna. Este canibalismo discursivo será sempre tão descontrolado como absolutamente inútil e a insistência desrespeituosa só culminará em acessos sinceros de falta de diplomacia.
Aos talentos que encontrei na minha passagem pela ESTC, nos vários parâmetros e turmas, eu desejo evolução e sucesso. Cumprimento também os alunos do 3º ano pelo maravilhoso trabalho que vi, entranhado com a esperança de novos valores no Cinema português.
Do mesmo modo, faço votos de progressos na dispersão das rivalidades entre os departamentos de Teatro e Cinema, assentes num ódio latente que sempre que me foi absolutamente incompreensível! O Teatro mais uma vez tende a ser desvalorizado por muitos pseudo-cinéfilos por aí. A todos estes, lembrem-se de que o Teatro é milenar, enquanto que o Cinema é uma arte relativamente recente e, como tal, naturalmente embuída e inspirada por toda uma História de representação artística, remota aos primórdios da existência humana. O próprio Closer foi, antes da tela cinematográfica, uma peça de teatro.


O CLOSER E EU, A SÍNTESE DOS MEIOS E A DIRECÇÃO ARTÍSTICA
Volta a menção da importância de trabalhar especificamente cada uma das vertentes de um filme. Toda a gente tem, obviamente, determinados momentos cinematográficos favoritos (ou até filmes integrais). Independentemente dos motivos que fundamentam qualquer preferência, esses serão, para o indíviduo em particular, sínteses perfeitas da imagem, argumento e banda sonora. É indiscutível num filme, que é afinal um objecto de consumo sensorial, a importância da conjugação do som com a imagem. A exaustação em busca do enlace perfeito traz-nos os melhores momentos da história do cinema. Dos silvos de Herrmann em "Psycho", de Hitchock, aos agudos de aves de rapina que servem a melodia de Morricone em "O Bom, O Mau e o Vilão". Da beleza pura do "Theme de Camille" em loop sucessivo em "Le Mèpris" de Godard, à realidade concreta constituída pelo sons no Dogville de Lars Von Trier.

Agora vou elevar à dignidade a direcção artística em particular, função que considero profundamente desvalorizada apesar de do seu carácter essencial. É certo que cada uma das etapas técnicas na execução de um filme está subordinada à equipa de realização. Neste sentido, o guarda-roupa, maquilhagem e cabelos, são fulcrais ao serviço da narrativa e da caracterização das personagens, mas esta importância raramente é assumida pelo típico teórico cinéfilo, que se assume conceptualmente e desvaloriza aquilo que toma como futilidades menores.
O que é certo é que, geralmente, os filmes repousam nas mentes com imagens aleatórias particulares, distinguidas pela lembrança por peculiaridades inconscientes. Ou, na verdade, manipuladas pela direcção artística.
O que era do Atonement sem o vestido verde da Keira? Da Lolita sem os óculos em forma de coração? Do James Dean sem o blusão vermelho? Do Travolta sem as calças à boca de sino? Do Humphrey Bogard sem o chapéu? Do Paris Texas sem a camisola rosa felpuda da Nastassja? Do Marie Antoinette sem aquele cor-de-rosa teen? Do Clockwork Orange ou do Funny Games sem as roupas brancas dos "gangs"?




Hoje sinto-me assim:


Such a serious
ordinary day.


ALEX, Nouvelle Vague

LET ME IN.

Mario Testino
O famoso fotógrafo peruano dos bastidores de Hollywood.




COISAS QUE TENHO FEITO.


O Caso do Vestido Vermelho
DE FRED FAVORETO

O Carlos Drummond de Andrade escreveu. O Eduardo Reded narrou. O João Queiroz fez a sonoplastia. O Gonçalo Coelho actuou e o Frederico Favoreto filmou e realizou. A Sabrina usou o vestido vermelho.


Sexta-feira, 18 de Julho de 2008

O Aniversario.

I am tired, I am weary
I could sleep for a thousand years
A thousand dreams that would awake me
Different colors made of tears.

Venus in Furs, Velvet Underground

How I realised how I wanted time,
Put into perspective, tried so hard to find,
Just for one moment, thought I'd found my way
Destiny unfolded, I watched it slip away.
Ian Curtis


A celebração da idade. O apago dos anos a vincar-se nas feições e a expressão a unificar-se. A leviandade dos hábitos a ressentir-se no corpo e os pensamentos revigorados. Mais um ano. Mais um dia a que não se poderá contornar a tendência para o balanço vital e a certeza de estabelecer novas metas. Foi mais um ano de experiências e de desilusões, a visão parece sempre mais definida, a mente está mais clara. Estamos cada vez mais próximos da realidade, cada vez mais distantes do sonho. Sempre nos somos com público. Relembram-nos das agudezas arreganhadas do exterior que rasga as expectativas. Puxam-nos os pés para o chão. Apontam-nos a idade e a conduta apropriada, declamam leis e normas e convenções e propriedades se estas nos querem escapar. E aplaudem-nos se, na volta, brindamos o chão com um passo firme, cheio do espectáculo pelo qual, na verdade, todos aguardamos.

Hoje, o meu Carlinhos faz anos. Dezanove anos deixados à mercê do tempo que lhe resta. O último dos anos adolescentes encarnado pela figura apolínea da Juventude, da Liberdade, do Ilimite, numa fusão séria e perturbadora. Repulsam-no os pensamentos que lhe trazem o futuro gasto e feio. A pele desfiada pelos dias a contorcer-se para lhe encovar os olhos, o corpo a prostar-se com lentidão em direcção ao chão e o peso na alma de quem não chegou onde queria. Oh não, não! Engolem-se as lágrimas com os anseios e só a energia pulsa e se desdobra, com vontade de fazer valer esta condição jovem. De desgastar esta vida tão curta com todas as realidades que se consiga arrebatar, de viver dentro da revolta interna da Humanidade, inspirando e comungando de toda a sua necessidade de manifestações.
Desejo-te um óptimo dia, Carlos, que muito me tens acompanhado nestas pequenas aventuras da angústia. São os nossos sufocos na comunhão latente de um Medo, vencidos por todo o vigor que cabe ao Desejo e por toda a Juventude que, eterna, livre estes corpos da impossibilidade.

Hoje sinto-me assim:


Jeffree Star Fruit Loops, by MATTHEW COOKE

Terça-feira, 15 de Julho de 2008

Fascinada pela


ALEXIS MACKENZIE


O trabalho de


Elizabeth Moch

O trabalho de


James Dawe



FLEXIBILIDADE


O vestido renovável
DE FERNANDO BRÍZIO

Segunda-feira, 14 de Julho de 2008

Apetece-me




Come on Eileen
Dexys Midnight Runners

AMO ISTO.


THE CHAIN
PHIL MULLOY


O trabalho de


Maruja Mallo
(1902-1955)
Pintora espanhola, estudou artes em Madrid entre 1922 e 1926, Deu-se com artistas, tais como Salvador Dalí, Federico García Lorca, Luis Buñuel, Magritte, Max Ernst, Miró, De Chirico, André Breton, Enrique Tábara e Paul Eluard. As suas pinturas dos anos 20 representam entretenimentos urbanos e desportos, expressos com o dinamismo que caracterizava a vida moderna. As formas delineadas e cores garridas denotam influências do realismo mágico, e adivinham a pop art. Em 1928, Ortega y Gasset organizou a sua primeira exposição, que foi um sucesso.
O seu trabalho tornou-se mais surrealista no princípio dos anos 30, periodo em que a artista também trabalhou a cerâmica.







FONTE: Wikipedia

celebrating the existence of


BRIGITTE BARDOT

hoje sinto-me assim:


CONTAGIOUS
REGINA SPEKTOR



For you.

ANDO VICIADA NISTO:


SPACED!


Uma hilariante série britânica, que entre 1999 e 2001 acompanhou as aventuras de Tim e Daisy, interpretados por Simon Pegg e Jessica Hynes, os respectivos argumentistas. A realização é de Edgar Wright.

Domingo, 13 de Julho de 2008

TAO GIRO!!!

JÁ FORAM VER?

KUNG FU PANDA


DESCOBRINDO...



ANTIBODIES
PONI HOAX



Thanks, Sócio!

Misturas estranhas.



"LA ISLA BONITA"
MADONNA + GOGOL BORDELLO

Ser rei.



HIT THE ROAD, JACK!

RAY CHARLES




ALIVE.



Foi folia, dores musculares e suor em bica. Não imaginava que os ciganitos de Nova-Iorque e o kuduro progressivo português iriam ser os momentos mais altos deste festival! Porque, para lá da qualidade musical e da complexidade instrumental, os concertos querem-se rasgados, transpirados, enérgicos e em sintonia com o público! Também THE GOSSIP o conseguiu! Beth Ditto não só deu um excelente concerto, como o acabou em crowd surfing com o público, e ainda dando a possibilidade a quem quisesse de subir ao palco! Uma confusão rara, um aperto daqueles, eu nas grades e os meus óculos esmigados pela Betty no chão, enquanto lhe suportava a subida para uma navegação de braço em braço.
Também fiz questão de assistir ao BOB DYLAN em lugar privilegiado, mas... que bocejo de concerto. As canções que lhe adoro, todas debitadas em rouquidão monocórdica, numa pose de diva irritante. Praticamente não se dirigiu ao público, não permitiu fotografias e ainda ficou em falta com alguns daqueles temas que eu estava mesmo à espera que ele tocasse...Para além da emoção de estar tão perto do mítico, só o último tema, "Like a rolling stone", fez valer o concerto.
RAGE AGAINST THE MACHINE foi o bombástico concerto que me afugentou das grades, para assistir com a distância de segurança necessária para sobreviver para ver o resto do festival.
JOHN BUTLER TRIO foi a grande surpresa. Um concerto fabuloso e fluído, comprovativo de que cada um dos três é, efectivamente, um grande músico! Os 40 minutos a mais no concerto, concedidos pelo cancelamento súbito dos NOUVELLE VAGUE, que eu tanto queria ver, passaram-se mesmo bem.
ROÍSON MURPHY foi A performance. Entre constantes mudanças no guarda-roupa e as poses exóticas, a ex-Moloko mostrou como ainda sabe fazer a festa e que está mesmo mesmo gira.
Descobri também como o meu sueco preferido, o angelical Pelle Almqvist, é a voz do inferno. Os HIVES e mais a sua presunção roqueira contagiante, enfiada em fraque branco e preto, apelam-me ao salto e ao grito! É a possessão diabólica, é a tresloucura efectiva, é o dinheiro do meu bilhete já tão bem gasto!
Depois, há que falar dos THE NATIONAL e da reinvenção das melodias do costume em versões alcoolizadas.
O palco Metro on Stage esteve demais durante o tempo quase todo, e ninguém se lembra de falar nisso. Adorei ver lá ED BANGERS, que ainda foram espontaneamente assistidos pelos MIDNIGHT JUGGERNAUTS!
Mais umas nódoas negras e roupas rasgadas e o Alive foi isto. Agora, haja dinheiro para Paredes!




GOGOL BORDELLO


BURAKA SOM SISTEMA


THE GOSSIP


RAGE AGAINST THE MACHINE


JON BUTLER TRIO


ROISON MURPHY

Momento.





EDGAR CAYCE (1877-1945)
Era fotógrafo, pai de dois filhos, jardineiro amador e catequista mas foi o seu poder psíquico que o tornou famoso e um dos ícones do seu tempo. Durante 43 anos, Cayce induzia-se a um estado relaxado de transe, no qual a sua mente se libertava e viajava pelo espaço e pelo tempo. Neste estado, podia responder, através das suas chamadas "leituras" a perguntas que lhe iam sendo colocadas. Cayce deixou um legado de mais de 10 000 volumes de profecias nas mais variadas áreas, dactilografados pela sua assistente enquanto ele próprio fazia jus ao rótulo de "profeta adormecido".
O seu contributo no campo da medicina também é digno de nota. O iliterado Cayce possuia a capacidade de descrever com exactidão doenças numa pessoa, concentrando-se nela, assim como de prescrever respectiva terapia. Os lucros oriundos destas "leituras" (que provinham somente de donativos, já que Casey não cobrava) serviram, em vida, para a materialização do sonho de Casey de construir um hospital, onde tratar os seus pacientes.

Cayce afirmou que qualquer pessoa, com a meditação adequada, poderia atingir tal estado de navegação cósmica, e de conhecer todos os Mistérios.
Não sei se chegará a tanto, porque acredito em dons inatos, mas definitivamente, esta seria a experiência que eu mais gostaria de ter.

Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

Momento.


DIVINA COMÉDIA
DALI

Hoje sinto-me assim:


AH AH AH AH

STAYIN' ALIVE!

Quarta-feira, 9 de Julho de 2008

hoje sinto-me assim:


HERE COMES YOUR MAN!
PIXIES

Terça-feira, 8 de Julho de 2008

Momento.



Oum Kalsoun

MAIS METROPOLIS!




Foram encontrados na Argentina mais 25 minutos de cenas perdidas de Metropolis, o revolucionário filme de Fritz Lang de 1927!!!

Domingo, 6 de Julho de 2008

O QUE TENHO ANDADO A VER

Cá estou eu, depois de uma ausência forçada da cibernavegação. Tenho andado a ver algumas coisas, umas melhores que outras. Prometo escrever um pouco sobre todas em breve.


Breaking the Waves
LARS VON TRIER (1997)


Thank you for smoking
JASON REITMAN (2005)


Edmond
STUART GORDON (2005)


Tetsuo, the Iron Man
Shinya Tsukamoto (1989)


Le Scaphandre et le Papillon
SCHABEL (2007)


Ta'm e guilass
KIAROSTAMI (1997)


I am Dina
OLE BORNEDAL (2002)


Cenas da Natureza Sexual
ED BLUM (2006)


Brown Bunny
VINCENT GALLO (2003)


Rescue Down
HERZOG (2006)


Batalla en el Cielo
CARLOS REYGADAS (2005)


Die Falscher
Stefan Ruzowitzky (2007)


Frailty
BILL PRAXTON (2001)


Twenty Nine Palms
BRUNO DUMONT (2003)


Terça-feira, 1 de Julho de 2008

Raving with Hitler!!!!!!!


Aphex Twin
+
Triunfo da Vontade
+
Vitalic



Diablerie

de
Artzybasheff








Oh yeah, Mico!!

Domingo, 29 de Junho de 2008

Finalmente descobri...


Black Books



E é, no mínimo, FABULOSO!!
Vou-me ali viciar mais um pouco.

As Fotocopias do



Pirucha!

WWW.PIRUCHA.NET





Sábado, 28 de Junho de 2008

Ode aos Gigantes

Dirigem-se os gigantes sem controlo
Desatinam sem profecias
e fazem do nascimento a própria causa.
Os gigantes são pedantes,
São dandies de bolso e deliquentes
são auras intransigentes e teóricos da bela praia.
Os Gigantes são importantes ,os gigantes são má raia.
Os Gigantes não se barbeiam
Os Gigantes pintam as unhas
e questionam o próprio uso do corpo
Em todo bacanal vitalício,
Da sodomia do santo ofício.
Um gigante é existencial!
Filosofa sobre a Matéria e a Ideia
com a política banal
do discurso da feira em versão dianteira
Da corrida parlamentar.
Os Gigantes acariciam-se
Sem pudor comprimem-se
Para gritar Oh da dor Oh do amor Oh do fulgor
Oh da Prima do Tenor
que já se fez espigada
Ai que bem penetrada
A goela com cerveja, rodada após rodada.
Desculpem a algarrazada
Falam só da poesia
Os meus gigantes amam a língua
e dão-lhe o uso viperino
Da dissecação dos costumes
Como ao deboche à camisa foleira
Com que se passeia sempre o Albino.
Oh se lhes aprendo tanto
Esponja do arrebatamento
É o meu alento de ouvir gigantes,
Estes jurássicos diletantes
Felizes de pouco dinheiro.
Nas estroinices de sempre
Nos cafés de esplanada
Está a desocupação instalada
Nas horas que escorrem na tarde.
Nada acontece senão o tempo
sempre a pregar-se ao calendário
e à idade.

Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

Apaixonada por:

FOTO-DRAMA À


La Dona Bionica
.blogspot.com















Je t'aime Lililili!!!

Momento.


by Foureyes

(Mão), boa sorte hoje!

Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

... IS ALL YOU NEED.



by Ywistoffatex

by 1000ships

by Frank Ritter

by DirgeForAJoke

LOVE IS LIKE A BOTTLE OF GIN
MAGNETIC FIELDS

It makes you blind, it does you in
It makes you think you're pretty tough
It makes you prone to crime and sin
It makes you say thing off the cuff
It's very small and made of glass
and grossly over-advertised
It turns a genius into an ass
and makes a fool think he is wise
It could make you regret your birth
or turn cartwheels in your best suit
It costs a lot more than it's worth
and yet there is no substitute
They keep it on a higher shelf
the older and more pure it grows
It has no color in itself
but it can make you see rainbows
You can find it at the Bowery
or you can find it at Elaine's
It makes your words more flowery
It makes the sun shine, makes it rain
You just get what they put in
and they never put in enough
Love is like a bottle of gin
but a bottle of gin is not like love



by Rhiver_Rayfresh

by CountElmo

THE BOOK OF LOVE
PETER GABRIEL, MAGNETIC FIELDS

The book of love is long and boring
No one can lift the damn thing
It's full of charts and facts and figures
And instructions for dancing but

I...
I love it when you read to me and
You...
You can read me anything

The book of love has music in it
In fact that's where music comes from
Some of it is just transcendental
Some of it is just really dumb but

I...
I love it when you sing to me and
You...
You can sing me anything

The book of love is long and boring
And written very long ago
It's full of flowers and heart-shaped boxes
And things we're all too young to know but

I...
I love it when you give me things and
You...
You ought to give me wedding rings
I...
I love it when you give me things and
You...
You ought to give me wedding rings


by Fabrizio Infrared

by Beyrout