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domingo, 22 de abril de 2018

22/4 : Earth Day

o ''eco-western'' de Ray

''I'm afraid progress and I never got along very well.''

Wind Across The Everglades, Nick Ray, 1955

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

2018.

We can't go home again, Nicholas Ray, 1973

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Escrevo para tornar visível o mistério das coisas. Escrevo para ser. Escrevo sem razão.

In a Lonely Place, Nick Ray, 1950
O projeto desejo (2015) de Grada Kilomba

«Escrevo e o que escrevo não conduz a parte alguma. As palavras são pobres, brancas, transparentes. São, talvez, uma silenciosa irradiação do vazio. Mas é assim que me aproximo do deus desconhecido.» 
(António Ramos Rosa, O Deus Nu(lo))

Escrever. Porque escrevo? Escrevo para criar um espaço habitável da minha necessidade, do que me oprime, do que é difícil e excessivo. Escrevo porque o encantamento e a maravilha são verdade e a sua sedução é mais forte do que eu. Escrevo porque o erro, a degradação e a injustiça não devem ter razão. Escrevo para tornar possível a realidade, os lugares, tempos que esperam que a minha escrita os desperte do seu modo confuso de serem. E para evocar e fixar o percurso que realizei, as terras, gentes e tudo o que vivi e que só na escrita eu posso reconhecer, por nela recuperarem a sua essencialidade, a sua verdade emotiva, que é a primeira e a última que nos liga ao mundo. Escrevo para tornar visível o mistério das coisas. Escrevo para ser. Escrevo sem razão. 
Vergílio Ferreira, in 'Pensar' 

Quando escrevo, repito o que já vivi antes. 
E para estas duas vidas, 
um léxico só não é suficiente. 
Em outras palavras, gostaria de ser um crocodilo 
vivendo no rio São Francisco. 
Gostaria de ser um crocodilo 
porque amo os grandes rios, 
pois são profundos como a alma de um homem. 
Na superfície são muito vivazes e claros, 
mas nas profundezas são tranquilos 
e escuros como o sofrimento dos homens.

Guimarães Rosa

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Mapas de tempo.

 Possível mapa da Lemúria ( ou do continente Mu) e da Atlântida



 Anemone, Philippe Garrel 1967


Rue Fontaine, Philippe Garrel 1984


Bigger than Life, Nicholas Ray 1956

Kardiogramma (Kairat), Omirbaev 1992




quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011



sábado, 13 de novembro de 2010

Lonely Places.


Ride the Pink Horse, Robert Montgomery, 1947

Nicholas Ray, 1950






sexta-feira, 29 de outubro de 2010

PARTY GIRL!!



Histoire(s) du cinéma 2B: Fatale beauté - JLG, 1998


Party Girl
NICHOLAS RAY (1958)
dancing scene

sexta-feira, 20 de junho de 2008

I lived for a few weeks while she loved me.

domingo, 6 de maio de 2007

Hora de jantar :




Buffalo 66, Vincent Gallo, 1998


Bigger Than Life, Nicholas Ray, 1956


American Beauty, Sam Mendes, 1999


Pulp Fiction, Tarantino, 1994

quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

Rebels without a cause




«existe algures uma beleza», pensava Delia, «algures há liberdade, e algures ele está... a usar a sua flor branca...»
in Os Anos, Virginia Woolf



o primeiro amor é sempre errante, é sempre trágico: 



a sociedade é por génese conservadora : contém os vôos individuais.
amar é a primeira forma de infringir a lei. 
o amor não conhece leis.

This boy and this girl
were never properly introduced
to the world they live in

THEY LIVE BY NIGHT ( NICHOLAS RAY, 1949 )

sábado, 18 de novembro de 2006

What is she thinking in there ?

Têtes de Femmes, Jacques Feyder

A Woman's Secret (Nicholas Ray, 1949)

terça-feira, 7 de novembro de 2006

Leva-me pela mão

para um lugar teu.


quarta-feira, 28 de setembro de 2005

Meanwhile

Dixon Steele: I was born when she kissed me. I died when she left me. I lived a few weeks while she loved me.

In A Lonely Place, 1950, Nicholas Ray

quarta-feira, 19 de janeiro de 2000

A cara dele diz:

 
In a Lonely Place, Nicholas Ray, 1952
 
Humphrey Bogart, vincos na cara, mangas de camisa e 
aquele cigarro apertado entre dois dedos, viste?
os olhos furados pelo desespero, tu viste?
viste a solidão daquele quarto? 

a cara dele diz: a dor não poupa homem algum
nem o que nasceu Humphrey Bogart.