Mostrar mensagens com a etiqueta DAVID LYNCH. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta DAVID LYNCH. Mostrar todas as mensagens
sábado, 20 de janeiro de 2018
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
domingo, 29 de janeiro de 2017
Forever / In a darkness
Mysteries of Love
(From David Lynch's "Blue Velvet" - by Angelo Badalamenti)
The Hustler, Robert Rossen, 1961
quinta-feira, 31 de maio de 2012
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
ALLERSEELEN - All souls
André Dino, Photographie de tournage « au ciel des tragédies » (scène écartée) des « Enfants terribles » de Jean Cocteau 1949
Henry B. Goodwin 1915
quinta-feira, 25 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
"No end to the sound of making love."
DISSECANDO LYNCH.
Wild at Heart, David Lynch, 1990
" Lynch perturba a nossa mais elementar relação fenomenológica com o corpo vivo, relação baseada entre a separação radical entre a superfície da pele e o que lhe subjaz."





A sexualidade que a pintura irradia é húmida, malsã, impregnada pela putrefacção da morte... eis-nos já em pleno universo de David Lynch. Quer dizer, toda a ontologia de Lynch assenta na discordância entre a realidade, observada a partir de uma distância segura, e a absoluta proximidade do real. Este procedimento elementar acarreta um movimento que vai de um plano nde conjunto a uma proximidade perturbante que torna visível a ascorosa substância do gozo, o pulular e a fosforescência da vida indestrutível.
(...)
Nos filmes de Lynch, este achatamento da realidade descrita, que anula efectivamente a perspectiva de uma abertura infinita, descobre o seu equivalente preciso ao nível do som. Voltemos à sequência inicial de "Blue Velvet": o seu aspecto característico decisivo é o ruído sinistro que surge quando nos aproximamos do real. Trata-se de um ruído difícil de localizar na realidade; par determinar o seu estatuto poderíamos invocar a cosmologia contemporânea sobre os ruídos nos limites do universo. Estes não são simplesmente internos ao universo. O estatuto ontológico desse ruído é mais interessante do que pode parecer, uma vez que subverte a noção fundamental do universo infinito, aberto, que define o espaço da física newtoniana.
Esta ideia moderna de universo aberto baseia-se na hipótese segundo a qual toda a entidade positiva (ruído, matéria) ocupa algum espaço (vazio) (...)
Mas o ruído primordial, o último resto do Big Bang é constitutivo do próprio espaço: não é um ruído no espaço, mas um ruído que mantém o espaço aberto como tal.
As Metástases do Gozo, Slavoj Zizek
" Lynch perturba a nossa mais elementar relação fenomenológica com o corpo vivo, relação baseada entre a separação radical entre a superfície da pele e o que lhe subjaz."





A sexualidade que a pintura irradia é húmida, malsã, impregnada pela putrefacção da morte... eis-nos já em pleno universo de David Lynch. Quer dizer, toda a ontologia de Lynch assenta na discordância entre a realidade, observada a partir de uma distância segura, e a absoluta proximidade do real. Este procedimento elementar acarreta um movimento que vai de um plano nde conjunto a uma proximidade perturbante que torna visível a ascorosa substância do gozo, o pulular e a fosforescência da vida indestrutível.
(...)
Nos filmes de Lynch, este achatamento da realidade descrita, que anula efectivamente a perspectiva de uma abertura infinita, descobre o seu equivalente preciso ao nível do som. Voltemos à sequência inicial de "Blue Velvet": o seu aspecto característico decisivo é o ruído sinistro que surge quando nos aproximamos do real. Trata-se de um ruído difícil de localizar na realidade; par determinar o seu estatuto poderíamos invocar a cosmologia contemporânea sobre os ruídos nos limites do universo. Estes não são simplesmente internos ao universo. O estatuto ontológico desse ruído é mais interessante do que pode parecer, uma vez que subverte a noção fundamental do universo infinito, aberto, que define o espaço da física newtoniana.
Esta ideia moderna de universo aberto baseia-se na hipótese segundo a qual toda a entidade positiva (ruído, matéria) ocupa algum espaço (vazio) (...)
Mas o ruído primordial, o último resto do Big Bang é constitutivo do próprio espaço: não é um ruído no espaço, mas um ruído que mantém o espaço aberto como tal.
As Metástases do Gozo, Slavoj Zizek
sexta-feira, 25 de abril de 2008
LYNCH DOCUMENTARY
Documentário que acompanhou David Lynch durante dois anos, seguindo o processo criativo que conduziu a Inland Empire, o seu último filme .
Ler mais aqui
domingo, 18 de novembro de 2007
segunda-feira, 30 de julho de 2007
domingo, 29 de julho de 2007
quarta-feira, 4 de maio de 2005
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















