Num dos nossos distantes dias de meninas, ela lembrou-me :
- Que graça há na bailarina, tão imediatamente traduzida em gestos. Na facilidade de cada gesto preciso, estão inscritas horas e horas, dias e dias, de uma repetição invisível.
(Voltarmos à Tabula Rasa é inscrevermo-nos no fluxo de possibilidades que antecedem o concreto final, o público, a beleza dada a ver. )