Paris Blues: os corpos do amor dançam sempre com África no sangue
Paris Blues
MARTIN RITT (1961)

Embriagados no frenético
corpos sem alma ligam-se
por pequenos milagres do acaso.
Louis Armstrong, sobrenatural
irrompe em encantamento de Hamelin e
o jazz primitivo punge e
liberta e
os corpos do amor dançam
sempre com África no sangue.
Ritmam a boémia
viciam-se na imaginação e
escorrem até à manhã de
mais um dia diferente.
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