quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Paris Blues: os corpos do amor dançam sempre com África no sangue


Paris Blues
MARTIN RITT (1961)


 Embriagados no frenético
corpos sem alma ligam-se 
por pequenos milagres do acaso. 
Louis Armstrong, sobrenatural
irrompe em encantamento de Hamelin e
o jazz primitivo punge e
 liberta e 
os corpos do amor dançam
sempre com África no sangue.
Ritmam a boémia
 viciam-se na imaginação e 
escorrem até à manhã de 
mais um dia diferente. 

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