quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

"ESTA MANHÃ ÉS TU."



la réponse de ténebres
FATALE
FATALE

FATALE
BEAUTÉ




" Parte nenhuma.. distância na proximidade, distância suprema na distância. O mais extremo e mais central limite de ambas. Irrealidade contida na sua dupla realidade, evocação mágica numa e noutra de um mundo longínquo e recuado. A beleza. Porque na mais romota fronteira, a beleza irradia, da mais remota fronteira, ela irradia sobre o homem transcendendo o conhecimento , transcendendo a questão, sem esforço apenas apreensível pelo olhar. unidade do mundo fundada pela beleza. estabelecida sobre o belo equilíbrio do ultra longínquo, que penetra todos os pontos do espaço, difundido sem esforço o olhar resplandescente que os abraça. É portanto como um sortilégio. E a beleza é uma feiticeira enfeitiçada, dotada de um poder demoníaco de absorção universal, incluindo todas as coisas no seu equilíbrio saturniano. Tal é a beleza. E por isso ela é também uma recaída na pré-divindade e por isso que ela é para o homem, uma reminescência de alguma coisa. "

HISTOIRE(S) DU CINÉMA - JLG






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