Núpcias medievais.
Silvestre
JOÃO CÉSAR MONTEIRO (1981)
«Séculos XV-XVI. Dom Raimundo, um senhor interessado em largar os seus domínios, combina o casamento de uma das filhas – uma legítima, Sílvia, outra bastarda, Susana – com um vizinho rico e jovem, D. Paio, seguindo para a corte, a fim de convidar o rei a assistir à boda. Durante a ausência do pai e mais tarde, aquando do banquete nupcial, ocorrem insólitos acontecimentos, que envolvem um peregrino a Santiago e um cavaleiro, que desejam as duas meninas» (Cit. José de Matos-Cruz em Cais do Olhar, ed. Cinemateca Portuguesa, 1999).
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