terça-feira, 25 de abril de 2006

viver, existir.

La madre (Vsevolod Pudovkin, 1926)


"- Gostaria de ser verdadeiramente múltipla. Gostava de ser mãe, infinitamente.
- Eu sou ainda viva mas sou já uma morta. Não existo."

Rosa d'Areia, António Reis e Margarida Cordeiro, 1982


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