terça-feira, 12 de maio de 2020
e hoje um álamo de uivos
Dora Maar,
Mão Concha,
França, 1934
Nunca mais sou do sol nem das crianças, de ninguém
e à mais leve hesitação do dia a morte sabe-nos gulosamente
Árvore-cântaro-âmago-estrela
hera-mênfis-ocre-ontem
e hoje um álamo de uivos
(Ruy Belo)
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