O verdadeiro cinema é o que (se) passa na nossa cabeça – melhor, na parte de trás (a rádiotransmitir da morte) da nossa cabeça. Um processo alucinatório – como se diz das drogas, assistido. Daí poder-se afirmar, na senda de Epstein, que o cinema é a poesia exteriorizada, continuada por outros meios visíveis, as imagens.
Fernando Guerreiro, Imagens Roubadas

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