quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

: marcha fúnebre


''Se estes poemas não são meus, devem ser de deus e do diabo juntos que, entre eles, governam o inferno e o paraíso por turnos. Faz sentido. A minha música favorita é uma marcha fúnebre. Maldito mal-estar, mal durmo.''

''Nerve, tu não estás em ti. Anda, tem calma, tenta. – Nada faz sentido, nada vale a pena. Eu esclareço esta como se esclarece a uma criança: a vida não presta, ninguém merece a tua confiança. – Não, tu não estás em ti. Tem calma, tenta. – Já nada faz sentido. Já nada vale a pena. Eu esclareço esta como se esclarece a uma criança: a vida não presta e ninguém merece a tua confiança. A vida não presta e ninguém merece a tua confiança. A vida não presta e ninguém merece a tua confiança. – Sorri. – Nada faz sentido, nada vale a pena. Nada vale a pena.''
NERVE

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