''Nerve, tu não estás em ti. Anda, tem calma, tenta. – Nada faz sentido, nada vale a pena. Eu esclareço esta como se esclarece a uma criança: a vida não presta, ninguém merece a tua confiança. – Não, tu não estás em ti. Tem calma, tenta. – Já nada faz sentido. Já nada vale a pena. Eu esclareço esta como se esclarece a uma criança: a vida não presta e ninguém merece a tua confiança. A vida não presta e ninguém merece a tua confiança. A vida não presta e ninguém merece a tua confiança. – Sorri. – Nada faz sentido, nada vale a pena. Nada vale a pena.''
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
: marcha fúnebre
''Nerve, tu não estás em ti. Anda, tem calma, tenta. – Nada faz sentido, nada vale a pena. Eu esclareço esta como se esclarece a uma criança: a vida não presta, ninguém merece a tua confiança. – Não, tu não estás em ti. Tem calma, tenta. – Já nada faz sentido. Já nada vale a pena. Eu esclareço esta como se esclarece a uma criança: a vida não presta e ninguém merece a tua confiança. A vida não presta e ninguém merece a tua confiança. A vida não presta e ninguém merece a tua confiança. – Sorri. – Nada faz sentido, nada vale a pena. Nada vale a pena.''
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