quarta-feira, 18 de abril de 2018

I've been thinking about this (kinda)


Por aqui, teve de acabar (com o fim da componente curricular deste 1º semestre de 2º ano de doutoramento) a investigação escrita a que me dediquei desde o início do ano lectivo ~ mas persiste a vontade de continuar a trabalhar os temas que, ao de leve, abri. Fica a certeza de que o trabalho é um universo a que devemos dedicar uma reflexão restruturante. E se esta pesquisa --- motivada por auto-análise e relacionada com o meu interesse por cinema colectivo --- não tem directamente a ver com o desenvolvimento da minha tese (Fotografia & Memória na Guerra Colonial), tem tudo a ver com guerra: a relação humana com o trabalho é uma das mais antigas questões e, com as aceleradas modificações nas estruturas de produção, uma das mais actuais:

CAP.1 / PARA UMA DEFINIÇÃO DE CINEMA POLÍTICO
CAP.2 / A RAÍZ MILITANTE DO CINEMA
CAP.3 / TRABALHO E AUTOMAÇÃO
CAP.4 / PARA UM ESBOÇO DO OPERÁRIO E DO TRABALHADOR
CAP.5 / OPERÁRIO, IDEOLOGIA E CINEMA
CAP. 6 / O AUTO-EXAME E A CONSCIÊNCIA DE CLASSE
CAP. 7 / ‘CINEMA-OUVRIER’
CAP. 8 / A ESTRUTURA COLECTIVA DO CINEMA
CAP. 9 / CINEMA COLECTIVO NO SÉCULO XX
CAP. 10 / CINEMA COLECTIVO NO SÉCULO XXI
CAP. 11 / DESEMPREGO E DESTITUIÇÃO DE SI
CAP. 12 / CONTRA UMA SOCIEDADE COM O TRABALHO NO CENTRO
CAP. 13 / EMPREGO E AUTO-IMAGEM
CAP. 14 / CONTEMPORANEIDADE: DESEMPREGO E VIOLÊNCIA
CAP. 15 / SOBRE-PRODUÇÃO E SOBRE-CONSUMO
CAP. 16 / O VÍNCULO ECONÓMICO E FINANCEIRO AO TRABALHO
CAP. 17 / INDIVIDUALISMO NA MEDIAÇÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS
CAP. 18 /  DESAPOSSAMENTO DE SI
CAP. 19 / DESVALORIZAÇÃO DO TEMPO HUMANO
CAP. 20 / A PERDA DA ‘JOIE DE VIVRE’

{ Au fond a quoi sert le travail avant tout?

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