A Ponte.

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 Die Brücke 1905

"(...) 
O que não acontece depois (e não acontece hoje), por razões que são diversas, e que têm a ver com a própria sociedade portuguesa, e com a ausência do aparecimento de grupos, é a criação de uma equipe desse género, homogénea, sintonizada com outros grupos políticos (...) e que actue em conjunto em nome de um programa radical em vários pontos. (...) Julgo que não é porque houve um peso castrador que os impediu. Julgo é que depois da revolução, sobretudo depois do fim da revolução, e com um reprotegimento do individualismo, as pessoas mesmo quando confraternizam e convivem, se sentem menos motivadas para uma acção de grupo. A fazer um manifesto, no princípio dos anos 80, dizendo : morreu o cinema novo, o cinema novíssimo vai começar!"
João Bénard da Costa, diálogos com Manuel Mozos, 1996

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