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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Sós.

Afinal, morrem todos sós. Também amam sós na verdade, e na maior parte das vezes. Outras vezes, por raridade, vêm o seu amar acompanhado. Nisto, mútuos, vêm-se, afinal, vivos. E viver, para eles, é esquecerem-se de que o final chega, para afinal morrerem.
- Desculpe senhor, já lhe disse. Só vendemos caixões para um.





Stills de Couraçado Potemkine (de Sergei Eisenstein, 1926) e de Nostalghia (de Andrei Tarkovsky, 1983), decerto inspirações para o trabalho de Niklas Goldbach.


Todos os homens da família morriam sozinhos. Sozinhos, secos e de pele curtida, sentados num banco a ver as árvores a dar fruto e os frutos a amadurecer e a cair e a apodrecer e as estações a chover e a crestar a terra. Todos os homens morriam sós e voltavam ao pó. As mulheres também morriam, mas uma mulher nunca morre só. Há sempre uma dor que lhe faz companhia, uma dor estranha e inatingível aos olhos machos.
Excerto de "Geada", de Laura, em Um T1 debaixo da Ponte

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

STEREODOX : The Blinds.


Honey gotta strike me blind
Somebody gotta save my soul
Baby penerate my mind



Search and destroy
IGGY POP AND THE STOOGES

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Há que aprender a orientação pelo céu para quando nos faltam os mapas :


Stalker
TARKOVSKY (1979)

quarta-feira, 28 de dezembro de 2005

As polaroids

de Tarkovsky












quarta-feira, 2 de novembro de 2005

My hands felt just like two balloons.


(When I was a child I had a fever.
My hands felt just like two balloons.
Now I got that feeling once again.
I cant explain, you would not understand.
This is not how I am.
I have become comfortably numb.)



Infância de Ivan, Tarkovsky, 1962