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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Sair da Caverna, I.



Os comediantes da verdade e do pecado. Entre os homens antigos que se tornaram célebres pela sua virtude, parece que houve um número extarordinário que representou para eles mesmos: sobretudo os Gregos, esses comediantes natos, te-lo-iam feito de um modo inteiramente involuntário, e teriam achado isso bom. Por outro lado, cada um com a sua virtude de todos os outros: como seria possível que não utilizassem todos os artifícios para dar a virtude como espectáculos a si mesmos em primeiro lugar, simplesmente para se exercitar! Para que servia essa virtude se a não pudessemos mostrar ou se não se prestasse a ser mostrada!- O cristianismo pôs um freio a esta comédia da virtude: em compensação inventou a enjoativa gloriola, a parada do pecado, introduziu no mundo a culpabilidade afectada (até hoje é "de bom tom" entre os bons cristãos).
AURORA, NIETZSCHE

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

''Todos somos advogados do medíocre.''

''Those great poets, for example, men like Byron, Musset, Poe, Leopardi, Kleist, Gogol—I do not dare mention far greater names, but I mean them—are and must be men of the moment, sensual, absurd, fivefold, irresponsible, and sudden in mistrust and trust; with souls in which they must usually conceal some fracture; often taking revenge with their works for some inner contamination, often seeking with their high flights to escape into forgetfulness from an all-too-faithful memory; idealists from the vicinity of swamps—what torture are these great artists and all the so-called higher men for him who has guessed their true nature! (...) We are all advocates of the mediocre...'' 

Nietzsche em "Nietzsche contra Wagner", 1888