sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Existir em sociedade: a arte de colocar em comum.


‘‘O regime estético das artes é aquele que propriamente identifica a arte no singular e desobriga essa arte de toda e qualquer regra específica, de toda a hierarquia de temas, géneros e artes. Mas, ao fazê-lo, ele implode a barreira mimética que distinguia as maneiras de fazer arte das outras maneiras de fazer e separava suas regras da arte das outras maneiras de fazer e separava suas regras da ordem das ocupações sociais.’’
Jacques Rancière, The Aesthetic Unconscious 




Kultstätte 2000, @ Robert Häusser

‘‘Essa repartição das partes e dos lugares se funda numa partilha de espaços, tempos e tipos de atividade que determina propriamente a maneira como um comum se presta à participação e como uns e outros tomam parte nessa partilha’’
Jacques Rancière, ‘‘A partilha do Sensível: Estética e Política’’, 2009, Brasil: Editora EXO.Experimental, p.17

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