quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

A little bit of the old ultraviolence:

KILLING OF A SACRED DEER, Yorgos Lanthimos, 2017

Fala-se muito sobre a vitalidade do cinema contemporâneo, mas pouco se diz sobre o sucessivo empenho destes últimos anos em premiar ODES À LOW LIFE: Boi Neon, Killing of a Sacred Deer, The Square, Neon God, God's Own Country, A Grande Beleza, The Lobster e aquelas bodegas do Haneke e do Lars Von Trier e do Ulrich Seidl e do Kim Ki-Duk, etc. 
(Tudo tão inqualificável como inflamável: 
ardia tudo muito bem.)

Sem comentários:

Enviar um comentário