sábado, 22 de abril de 2017

The Horses Are Crying

Elégia (Huszárik Zoltán, 1965)

 Dorogoy tsenoy (Mark Donskoy, 1957)

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Ciclo Género & Identidade / Martha


domingo, 9 de abril de 2017

MiSSé-MiSSé

https://www.youtube.com/watch?v=4Y0OK9f0vuM

Tycho - Epoch

12 de Abril, O CIRCULO de Jafar Panahi no Nimas


Elsewhere.

sábado, 1 de abril de 2017

Sa vie.



Sou uma feminista em desacordo: sempre achei que se há coisa que vai contra a causa feminista é a prostituição mas esta investigadora defende a prática ao ponto de a tratar como uma espécie de via emancipatória: ''A prostituição é uma subversão das regras: as mulheres passam de presas a predadoras. Não são passivas, são elas que escolhem fazer aquilo e ser sexualmente ativas, e isso contraria todo o estereótipo da mulher enquanto vítima, passiva, submissa, à mercê dos homens'', o que desenquadra completamente @s prostitut@s de uma proveniência socio-económica que é comum à maioria - e que nega o problema à raiz. Chamar-lhe problema é assumir aqui um moralismo: acho que a prostituição como profissão é consequência de problemas prévios - uma 'última via' que não é o ''sonho de menina'' de ninguém. (Mas não é por considerar que a prostituição é inerentemente degradante que defendo que seja ilegal, antes pelo contrário - deve aceitar-se entre parâmetros legais e jurídicos como uma realidade, assumir-se como actividade regulada e profissional e, por conseguinte, prestar-se assistência, garantindo benefícios, cuidados de saúde, etc.)
http://www.dn.pt/sociedade/entrevista/interior/nao-ha-nada-de-errado-em-trocar-sexo-por-dinheiro-8730522.html