sábado, 22 de outubro de 2016

nothing before

eu, se escolhesse, pensava branco. pensava a claro, sem negro, sem trágico, sem cruel. pensava sempre a giz como quem está a aprender. pensava longe do mal como se pensam os primeiros pensamentos. pensava a nascer. pensava lógico, limpo, imaculado. branco era a cor em que eu queria pensar.

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