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No que escreve, no que filma, no que diz. O Bitomsky é genial três vezes. Neste ''Das Kino und der Tod''/ ''O Cinema e a Morte'' de 1988, reflecte sobre um nunca-acabar de stills impressos, numa relação táctil de proximidade que antecipa a ligação afectiva que hoje temos na experiência do cinema enquanto fragmento. Entre stills e gifs, com raridades ou blockbusters, a partir dos filmes fazemos hoje os nossos próprios postais virtuais - enquanto, descontextualizado e dessacralizado, todo o cinema auspiciosamente regressa à sua génese popular.


Das Kino und Der Tod, Hartmut Bitomsky, 1988

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