The Blackbird, Tod Browning, 1926
(Como se voltou a Tourneur, faz falta voltar-se a Tod Browning, apontando-o seriamente como autor indispensável. Alegorista e pintor de deformidades, soube sempre utilizar o mudo para fixar as mais universais verdades sobre a alma humana - exactamente tão passível de deformação como o corpo e em permanente colisão com este. Browning joga com o que é imediato aos sentidos para, em suma, nunca deixar de tentar dar a ver a beleza interior que até no mais monstruoso se pode conter.)


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