sábado, 10 de janeiro de 2015

Les statues vivent aussi.

La Dixiéme Symphonie, 1918, Abel Gance



"O cinematógrafo destronou a escultura realista. As suas personagens de mármore, as suas grandes caras pálidas, os seus volumes com sombras, com iluminações soberbas, toda essa humanidade abstracta, essa humanidade silenciosa, substituem o que era pedido pelo olhar às estátuas. Barbette descende dessas estátuas que se movem."
Jean Cocteau, Visão Invisível




La chute de la maison Usher, Jean Epstein, 1928



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