domingo, 7 de dezembro de 2014

o poema curto

O poema conciso

Porque és tão curto ? Já não amas, como noutros
Tempos, o cântico ? Nesse tempo , ainda jovem,
Quando em dias de esperança cantavas,
Nunca encontravas o fim.

Como a minha sorte, assim é minha canção. Queres-te
banhar, feliz, no pôr do Sol? Já passou! E a
Terra é fria e o pássaro da noite sibila,
Incómodo, perante os teus olhos.
Holderlin



Women of Ryazan, Olga Preobrazhenskaya 1927

Nana, Jean Renoir, 1926

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