( Primeiro achamos que já conhecemos todos os que escrevem maravilhosamente sobre cinema em Portugal mas depois descobrimos o João Sousa Cardoso.)
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Rodagem do filme " Trás-os-Montes " de Margarida Cordeiro e António Reis 1976

"...Eles viam pelo trabalho que fazíamos que também nós éramos 'camponeses do cinema' porque, por vezes, tínhamos de trabalhar dezasseis, dezoito horas por dia e acho que eles gostavam de nos ver trabalhar..."
António Reis
entrevista a Serge Daney e Jean-Pierre Oudart
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 1959
2013

Thanks to Craig.
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Tout Refleurit, Pedro Costa
Aurélien Gerbault, 2006
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recebi poemas de amor mas agora já não.



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A canção de intervenção é uma arma, um instrumento e um meio de dar uma expressão cultural e política aquilo que é mais do que nunca necessário - a crítica social, a capacidade de usarmos a cultura não como uma forma de mascarar a realidade mas como uma chave para abrir um espaço de debate e para nos ajudar também a avançar um pouco mais na descodificação e no exame das próprias realidades. José Barata Moura

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Excerto de Empire, Michael Hardt - Antonio Negri (2000)




CRISE
Antonio Negri

ABISMO
Slavoj Zizek


Excerto de Empire, Michael Hardt - Antonio Negri (2000)


LUTA

FETICHISMO

Marx Reloaded, Jason Barker, 2011
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A place in the sun, George Stevens, 1951
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La Marche de L'Empereur, Luc Jacquet, 2005
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Escutar a terra.

Encounters at the end of the world, Werner Herzog, 2007



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Mauvais Sang, Leos Carax, 1986

"O momento ou o instante ou o que é iminente e tem o “acesso bloqueado” pode ser compreendido como aquela hora que um dia vem ter connosco, raras vezes preparados para ela, embora possamos estar quase a adivinhá-la, mesmo à espera dela — como se diz que uma mulher espera um filho —, e nessa hora um mundo acabou de morrer e nessa hora um mundo acabou de nascer, hora irrepresentável, reveladora, libertadora, esmagadora, fonte, coração de alguma coisa ou de todas as coisas. Podemos ver o instante como a descontinuidade que se solta do contínuo da vida e se sustém a si própria, como um brilho irreprimível que jorra da fusão entre necessidade e contingência, onde vemos Cronos temporariamente destronado..."

Maria Filomena Molder in "Como Responder ao Tempo Presente"
via blog Forma de Vida
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o amor lúcido

La Bohème, King Vidor, 1926

"O amor é uma força e - isto ensinou-me a vida e, por outro lado, Platão - é uma força que atira para a frente e é uma força que liga, que penetra tudo. Não se diz que essa força constitui comunidade, mas na verdade se ela atira para a frente, como um desejo, se ela liga tudo o que existe no cosmos inteiro, entre nós e os animais e entre tudo o que há, não podemos falar verdadeiramente de solidão.
(...) Nos gregos, a força amorosa ou o "eros" tem a ver com um pensamento muito profundo que considera que todos os seres que vivem aspiram à imortalidade e que há formas de imortalidade que são próprias de todos os seres vivos, engendrar o semelhante, e há umas que são próprias do ser humano : desde inventar leis, discutir problemas de filosofia, escrever poemas, etc. A força amorosa é supremamente criativa. (...) O amor é a condição sem a qual não se pode chegar à contemplação, que é o grau supremo do conhecimento.  (...) Há uma espécie de consciência aguda de que a procura amorosa é um deixar cair ligações"

Maria Filomena Molder

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The Devils, 1971, Ken Russell

O homem faz a religião, a religião não faz o homem. (...) O homem é o mundo do homem - estado, sociedade. Este estado e esta sociedade produzem religião que é a consciência invertida deste mundo invertido. A religião é a teoria geral deste mundo, o seu compêndio enciclopédico. A sua lógica em forma popular, o seu ponto de honra, o seu entusiasmo, a sua sanção moral, o seu suplemento festivo, o seu fundamento universal de consolação e justificação. É a realização fantástica da essência humana quando a essência humana não adquiriu qualquer realidade verdadeira. A luta contra a religião é, por conseguinte, indirectamente a luta contra esse mundo cujo aroma espiritual é religioso. 

MARX
Crítica da Filosofia do Direito de Hegel, 1843
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