Wonderland.

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( is this real life? )


MATRIX, Wachowski Brothers, 1999


A revolução é o comunismo mais a electricidade.  Lenine




Life is not a choice. It is a continually evolving complex adaptive
system with many interacting cognizers, which these days
includes intelligent machines, intelligent programs, intelligent
environments, and intelligent humans. That’s what virtual
creature can teach us.
K. Hayles

(...)E o que nos diz esta hipótese é que, tanto na origem quanto no limite da evolução técnica – os videojogos nem sequer são exemplo exclusivo –, encontramos aquilo que nos é mais íntimo: o corpo. Seria esse, afinal, o verdadeiro «motor» da(s) convergência(s). Convergência de órgãos e respectivas próteses ou extensões, convergência da própria tecnologia, possibilitada pela codificação digital, convergência ainda das diferentes capacidades motoras e mentais presentes nos diversos géneros de videojogos. No limiar de todas estas convergências, uma realidade de substituição que, por ser virtual, arriscamos definir como «mais-do-que-perfeita». Mas não será a própria imperfeição aquilo que nos faz preferir a boa velha realidade real?
Jorge Martins Rosa in Será a imersão inevitável?


em From Caligari to Hitler, Sigfried Kracauer, 1947



























Serge Daney: So what belongs to you?







































Jacques Rivette: What belongs to anybody? Outside of our own skin, and even then, are we really sure it belongs to us? We may feel it does, but not all the time. 
















































Jacques Rivette - the watchman (Jacques Rivette - le veilleur, Claire Denis, 1990)

















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Sabrina D. Marques © 2005-2015. Com tecnologia do Blogger.

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