segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Transe.

Tratado sobre o potencial exibicionista do cinematógrafo.
Transe
TERESA VILLAVERDE (2006)




SÓNIA: Tudo tem de doer mil anos, mil vezes.









A magnificiência de Ana Moreira funde-se na perfeita medida exigida ao realismo desta interpretação, construindo a letargia de um vulto impassível, de queixume calado e beleza progressivamente gasta, que se esculpe com uma força sobre-humana perante o destino sobre si desabado.



SÓNIA : Tenho medo de morrer e ninguém saber. Se eu morrer e tu não souberes, só morre de mim metade.



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