segunda-feira, 4 de abril de 2005

A Ingrid de Roberto está neste filme.



celebrar um Amor com uma câmara de filmar.
Erguer uma musa, pintar uma aura, desvelar a paixão num olhar intransmissível sobre os cantos únicos em que a paixão se revela, distância de uma pessoa até outra. Cinema, a artéria mais digna para gritar os segredos encerradas no peito.


STROMBOLI, TERRA DE DIO
ROSSELLINI, 1950

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