oh smash!
oh destroy!
oh joy!
oh joy!

o peito rebenta 
o mundo acontece 
nuns olhos sem fundo
não há princípios
como se prevê 
para qualquer geração

so fucking play it all over again.


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Es geht weiter (It Goes On), Pippilotti Rist. 2001




Shawn Mcnulty
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 "L'Ombra della serra (L'ombre du soir)", statuette étrusque, 3e siècle BC, Volterra, Musée Guarnacci

Alberto Giacometti, Grande femme VI, 1960-1961

"Les historiens de l'art et de la littérature savent qu'il y a entre l'archaïque et le moderne un rendez-vous secret, non seulement parce que les formes les plus archaïques semblent exercer sur le présent une fascination particulière, mais surtout parce que la clé du moderne est cachée dans l'immémorial et le préhistorique. C'est ainsi que le monde antique se retourne, à la fin, pour se retrouver, vers ses débuts ; l'avant-garde, qui s'est égarée dans le temps, recherche le primitif et l'archaïque. C'est en ce sens que l'on peut dire que la voie d'accès au présent a nécessairement la forme d'une archéologie. Celle-ci ne nous fait pas remonter à un passé éloigné, mais à ce que nous ne pouvons en aucun cas vivre dans le présent."
Giorgio Agamben, Qu'est-ce que le contemporain ?, Paris, 2008.


(VIA BLOGUE http://lesmaitresfous.blogspot.pt/)
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“now what happens? Everything is exposed to the public gaze, veils are thrown back, every wound is probed by careless fingers. We are for ever present at an orgy of scandalous revelations.” 

Fyodor DostoyevskyThe Idiot



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''THERE'S A PLACE FOR US
CAN WE GO BEFORE I TURN TO DUST ? "


Aguaespejo granadino (1955, José Val del Omar)
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Jean Arthur
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Buffalo 66, Vincent Gallo, 1998


Bigger Than Life, Nicholas Ray, 1956


American Beauty, Sam Mendes, 1999


Pulp Fiction, Tarantino, 1994
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Ela entra e senta-se, no lugar do costume. Pede um café cheio como sempre e olha em volta. Os vossos olhares cruzam-se. Logo ela volta à chavena que a mão direita segura. Mexe o meio pacote de açúcar que pôs e lança-se na paisagem que conhece pela janela.
Voltaste a observá-la. Imaginas que vida traz no verde dos olhos e ao que cheira o seu cabelo negro. Adivinha-la-a em traços deliciosamente simples: as orgulhosas raridades na colecção de vinis, o baton vermelho que usa para sair à noite, os postais que ainda compra quando viaja.
Tenho saudades tuas. Acho-te tão belo desde aquele dia em que te vi e lembro-me do sussurro em que prometeste. Foi ontem ou há dois pares de anos. 

Michael Powell, The Edge of the World, 1937

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