quarta-feira, 23 de agosto de 2006

STEREODOX - Jesus never showed up.

ONLY VINCENT GALLO. 



GRONDOLANDIC EDIT. OF MONTREAL


LIKE IT OR NOT. ARCHITECTURE IN HELSINKI


Vows are spoken
To be broken
Feelings are intense
Words are trivial
Pleasures remain
So does the pain


ENJOY THE SILENCE: DEPECHE MODE


THERE'S NO OTHER WAY:BLUR


RAZZMATAZZ: PULP


FAT CHILDREN: JARVIS COCKER

segunda-feira, 21 de agosto de 2006

A parede de Henry Moore

http://www.archdaily.com.br/br/761677/superficie-como-escultura-os-relevos-em-tijolos-de-henry-moore-em-roterda

domingo, 20 de agosto de 2006

the sentimental policeman


sexta-feira, 18 de agosto de 2006

A paixão vacina contra a paixão / A paixão vicia por mais paixão

 From Russia with Love (Terence Young, 1963)

Chuva de primavera, depois uma noite no verão.
Uma voz de homem, depois uma voz de mulher.

Cresceste, foste atingida por um relâmpago.
Quando abriste os olhos, estavas presa para sempre ao teu verdadeiro amor.

Só aconteceu uma vez. Depois cuidaram de ti,
a tua história terminou.

Aconteceu uma vez. Ser atingida foi como ser vacinada;
ficaste imune para o resto da vida,
quente e seca.

A menos que o golpe não tenha sido profundo o suficiente.
Assim não ficaste vacinada, ficaste viciada.


Louise Gluck

terça-feira, 15 de agosto de 2006

DIAL FOR DIVA: Ann

Ann Sheridan

STEREODOX : Há ouro enterrado debaixo do chão.

Dial for Diva: MARIA

Maria de Medeiros

Demasiado longe?


Estamos demasiado longe do princípio?



Wuthering Heights, Andrea Arnold, 2012

segunda-feira, 14 de agosto de 2006

Again And Again

e cá estou
de regresso ao ponto de partida.

The Passenger, Antonioni, 1975





Make me up a bed of roses

''Make me up a bed of roses
And hang them down from the vine
Of all my loves you've been the closest
That's ever been on my mind.''

Bob Dylan - Coming From The Heart (The Road Is Long)

THE ROSE KING, Werner Schroeter, 1986

I chase radiance


The Deerhunter, Cimino, 1978

''Eu sou, em névoa, as lágrimas que choro.''

O Que Eu Sou

Nocturna e dubia luz
Meu ser esboça e tudo quanto existe...
Sou, num alto de monte, negra cruz,
Onde bate o luar em noite triste...

Sou o espirito triste que murmura
Neste silêncio lúgubre das Cousas...
Eu é que sou o Espectro, a Sombra escura
De falecidas formas mentirosas.

E tu, Sombra infantil do meu Amor,
És o Ser vivo, o Ser Espiritual,
A Presença radiosa...
                        Eu sou a Dor,
Sou a trágica Ausência glacial...

Pois tu vives, em mim, a vida nova,
E eu já não vivo em ti...
                        Mas quem morreu?
Foste tu que baixaste à fria cova?
Oh, não! Fui eu! Fui eu!

Horrível cataclismo e negra sorte!
Tu foste um mundo ideal que se desfez
E onde sonhei viver após a morte!
Vendo teus lindos olhos, quanta vez,
Dizia para mim: eis o logar
Da minha espiritual, futura imagem...
E viverei à luz daquele olhar,
Divino sol de mística Paisagem.

Era minha ambição primordial
Legar-lhe a minha imagem de saudade;
Mas um vento cruel de temporal,
Vento de eternidade,
Arrebatou meu sonho! E fugitiva
Deste mundo se fez minha alegria;
Mais morta do que viva,
Partiu comtigo, Amôr, á luz do dia
Que doirou de tristêsa o teu caixão...
Partiu comtigo, ao pé de ti murmura;
É maguada voz na solidão,
Dôce alvor de luar na noite escura...
E beija o teu sepulcro pequenino;
Sobre ele vôa e erra,
Porque o teu Sêr amado é já divino
E o teu sepulcro, abrindo-se na terra,
Penetrou-a de luz e santidade...
E para mim a terra é um grande templo
E, dentro dele, a Imagem da Saudade...
E reso de joelhos, e contemplo
Meu triste coração, saudoso altar
Alumiado de sombra, escura luz...
Nele deitado estás como a sonhar,
Meu pequenino e mistico Jesus...
Lágrimas dos meus olhos são as flores
Que a teus pés eu deponho...
Enfeitam tua Imagem minhas dores,
E alumia-te, às noites, o meu sonho.

Todo me dou em sacrifício à tua
Imagem que eu adoro.
Sou branco incenso á triste luz da lua:
Eu sou, em névoa, as lágrimas que choro... 


ANDRE KERTESZ

eram e não eram o amor da vida um do outro

Dekalog, Kieslowski, 1989

Sob um certo ponto de vista, tudo é ridículo.


quarta-feira, 9 de agosto de 2006

The future makes me dizzy.

Eternal Sunshine of the Spotless Mind (2004) Michel Gondry

quinta-feira, 3 de agosto de 2006

São suspensões.

Gabrielle d'Estrées, Duchess of Beaufort and Verneuil, Marchioness of Monceaux  1573 

Ekaterina Ozhiganova

The Scenic Route, Mark Rappaport , 1978


"Memories of the context we put ourselves in."

Remorques, Jean Gremillon, 1941 

A identidade é um equívoco / para camuflar o coração.

Avant Petalos Grillados, Cesar Velazco Broca


A identidade, como a pele, 
renova-se, perde-se de sete 
em sete anos, muda no mesmo 
corpo, torna diferente 
a permanência humana. 
A identidade é a soma 
das intenções, uma foto 
instantânea para um propósito 
imediato que não dura. 
A identidade é um equívoco 
para camuflar o coração. 


Pedro Mexia, in "Duplo Império" 

O mal espreita.


Force of evil, Abraham Polonsky, 1948


Gone to Earth, Powell + Pressburger, 1950




quarta-feira, 2 de agosto de 2006

: O planeta será sempre este. Só o sistema pode mudar.

DIAL FOR DIVA: Claudette

Claudette Colbert

Sente-se como um princípio :


La Jetée
CHRIS MARKER (1962)






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