quarta-feira, 31 de agosto de 2005

MARTIN EDER




segunda-feira, 29 de agosto de 2005

STEREODOX - those were the days



ROCK AROUND THE CLOCK: BILL HALEY


LET'S TWIST AGAIN: CHUBBY CHECKER


HIT THE ROAD, JACK: RAY CHARLES


SOUND OF THE SCREAMING DAY: GOLDEN EARRINGS


LOLLIPOP:THE CHORDETTES


EVERYDAY: BUDDY HOLLY


STOP! IN THE NAME OF LOVE: THE SUPREMES


BLUE SUEDE SHOES: ELVIS


VENUS: SCHOCKING BLUE

domingo, 28 de agosto de 2005

mulher me és.

Ana Duarte



by Will Kramer
Raphael, Portrait of a Young Woman (detalhe)

Carolyn Faden, 1951

STEREODOX - Recorrência




I GOT YOU BABE. SONNY AND CHER


quarta-feira, 24 de agosto de 2005

STEREODOX - Date

Pretty in Pink, John Hughes, 1986

Wrap it up
WHITEY

segunda-feira, 22 de agosto de 2005

STEREODOX - Happy is dead



VOODOO PEOPLE
THE PRODIGY



Some of those that were forces are the same that bore crosses
Uggh!
Killing in the name of!
Killing in the name of
And now you do what they told ya
And now you do what they told ya,
now you're under control.
Fuck you, I wont do what you tell me


KILLING IN THE NAME OF
RAGE AGAINST THE MACHINE



INTERGALACTIC
BEASTIE BOYS


BACK IN BLACK
THE HIVES


ROCK IS DEAD
MARILYN MANSON


HIGHWAY TO HELL
AC/DC



BANG ON!
PROPELLERHEADS


BAD BLOOD
MINISTRY


ST. ANGER
METALLICA


CHOP SUEY
SYSTEM OF A DOWN


ACE OF SPADES
MOTORHEAD


SMOKE ON THE WATER
DEEP PURPLE


WOMAN
WOLFMOTHER
(E fiquei triste. Gosto tanto e foi que eles agora decidiram separar-se.)

VaZectomia


VaZectomia
www.olhares.com/vazectomia





STEREODOX : mix-tape

The Breakfast Club, John Hughes, 1985

PULL OUT. DEAD FROM ABOVE 1979.


BAD MIRROR.THE VICIOUS 5


A GOOD DAY TO DIE.SOFA SURFERS


I STILL REMEMBER. BLOC PARTY


BULLETS.THE EDITORS


ENTER SANDMAN. METALLICA


HIGHWAY STAR. DEEP PURPLE


DADDY COOL. PEACHES.


VAI COM A CHUVA. AZEVEDO SILVA


DÁ-ME A TUA MELHOR FACA. LINDA MARTINI

AS PUTAS DANÇAM SLOWS. LINDA MARTINI

domingo, 21 de agosto de 2005

STEREODOX - Blood is never missing a party


PETE DOHERTY
Blood Artwork








THE LIBERTINES: TIME FOR HEROES

Tell me what can you want now you've got it all
The whole scene is obscene
Time will strip it away
A year and a day
And Bill Bones
Bill Bones knows what I mean
He knows it's eating, it's chewing me up
It's not right for young lungs to be coughing up blood



STEREODOX - Woodstock vibes









TOUCH OF GREY: THE GRATEFUL DEAD


SAN FRANCISCO: SCOT MACKENZIE

sábado, 20 de agosto de 2005

STEREODOX - sha-la-la


We used to be friends
THE DANDY WARHOLS


Say yes if you love
ACID HOUSE KINGS


Paradox
MADAME GODARD

STEREODOX - Oldies.


She is Maneater
HALL & OATS


Eyes without a face
BILLY IDOL


American Pie
DON MCLEAN


Born to be wild
STEPPENWOLF


Proud Mary
CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL


Pretty Woman
ROY ORBISON


Louie Louie
THE KINGSMEN


Wonderful World
HERMAN'S HERMITS


Johnny Be Goode
CHUCK BERRY


Wild Thing
THE TROGGS


Great Balls of Fire
JERRY LEE LEWIS

sexta-feira, 19 de agosto de 2005

podia bem ter sido amor mas foi filme de época.


The Lady Vanishes, Hitchcock (1938)


 The Flying Scotsman (Castleton Knight, 1929)

Rossio, 4/4/1944, 4h44

vi o teu rosto e
trouxe-o e
a cada hora
procuro-te no deserto dos sítios mas
perco-te sempre onde o betão foge à escala
são 4h44 quando te vejo
lá ao fundo: tu
acalmavas-te a contar de quatro em quatro
- 4 vasos, 4 jardins, 4 prédios
tapo a cara com o cabelo
esperando que não reparares que eu
(o que te diria eu se tu:)
um gole de ar e
já não te vejo
restam comboios e câmaras e
um batalhão e mais quatro
tinham-me sentada
- take 4
mata-hari amestrada a
fingir que ia fugir
toda eu loira e letal com
4 malas de vida e
- atenção
repintada e retocada e aquela voz a gritar-me
- acção
não fugi coisa nenhuma porque
nunca deixei de ser vista pela máquina ligada mas
eu à espera e
tu em fuga e
aqueles todos ali e
os holofotes da repetição
o calor sintético daquela blusa e
a tarde toda a passar e
podia bem ter sido amor mas
foi filme de época.

STEREODOX - Não sejas tão Roxanne, Roxanne.

Les Cinephiles, Louis Skorecki, 1988

ROXANNE
THE POLICE

quinta-feira, 18 de agosto de 2005

Ei costa silva legaliza / A situação do rapaz / Filho do homem negativo


Odd Man Out


Odd Man Out, Carol Reed. 1947


Estranho destino o do cinema de Carol Reed (elevado ao pariato nos anos 50, como Olivier, Hardwicke, Gielgud, etc), realizador interessante, e que ficou na memória dos cinéfilos (e nas histórias do cinema) devido a um equívoco. Um equívoco fabuloso chamado The Third Man. Reed é geralmente secundarizado quando se fala ou escreve sobre este filme devido à presença "esmagadora" de Orson Welles. O "estilo" de The Third Man foi "identificado" como o de Welles (a fotografia, os enquadramentos oblíquos, etc) e o facto do autor de Citizen Kane estar então já na lista "negra" dos produtores e pela sua diáspora europeia, serviu para se ver ali a marca de uma vontade e de um génio que se manifesta apesar das contingências, impondo-se sobre o trabalho de rotina de honestos artesãos. É possível que sim, mas a opinião deve ser encarada também como possível empolamento do papel de Welles por parte dos seus admiradores. A fama de que Reed passou então a gozar acabou por lhe ser prejudicial. Todos os filmes que fez depois passaram sempre a serem comparados com The Third Man, e o facto de perderem no confronto acabou por fortalecer a opinião da "autoria" de Welles. Na verdade todos esses filmes são medíocres (com a parcial excepção de Our Man in Havana), e Reed passou então para a história com a triste fama de ser apenas o "testa de ferro" de uma obra prima, acabando como autor de inócuos filmes-espectáculo (The Agony and lhe Ecstasy, Oliver!).

Ora aquela fama não é inteiramente merecida e resulta em grande parte da própria inércia de Carol Reed, que preferiu aceitar a fama e tentar "refazer" esse filme (The Man Between/O Homem da Zona Russa, Our Man in Havana) sem se dar conta que ele apenas resultava de uma conjugação de factores relacionados principalmente com o fim da guerra, em vez de prosseguir o seu caminho inicial. Porque antes de The Third Man, Carol Reed dirigiu aquelas que são as suas duas obras mais pessoais, e que, apesar de tudo, continuam a resistir ao tempo, com oscilações conforme as modas, e que são Odd Man Out e Fallen ldol/O Ídolo Caído (este segundo um conto de Graham Greene, e, em resultado dessa colaboração, o escritor escreveria directamente para o cinema, e para Reed, o Third Man). E entre os filmes conhecidos da sua filmografia anterior (que começa em 1935) podem ainda destacar-se os excelentes The Stars Look Down/Noite Sem Estrelas e The Way Ahead/Sete de Infantaria.

A prova que The Third Man é também um filme de Carol Reed encontra-se neste Odd Man Out. Repare-se, principalmente, em todas as sequências nocturnas desde que a fuga de Johnny tem lugar até à entrada no bar onde começa a parte final. A fotografia de Robert Krasker (autor também da de The Third Man) acentua esses mesmos ângulos insólitos com a câmara oblíqua, as sombras parecem fixas enquanto aumentam nas paredes por acção da iluminação, as ruas rescendem a humidade habitual dos filmes "negros". Mais, a própria atenção aos pormenores e ao som é semelhante: a cena da tampa do caixote de lixo, que gira ruidosamente e ameaça denunciar os dois fugitivos, por exemplo. O que liga os dois filmes (e não só a câmara de Krasker) é o olhar "subjectivo" (muito mais apurado, e orientado para um único personagem, o garoto, no filme seguinte de Reed, The Fallen Idol) que faz a câmara identificar-se com um determinado personagem, em certas sequências: Johnny nas alucinações provocadas pela febre, mas também a perturbação resultante da luz solar (ele evadira-se da prisão onde passara a maior parte do tempo no "segredo", e após a fuga é obrigado a "esconder-se", fugindo, portanto, à luz) que é o ponto de partida para o drama: o atraso provocado pela ofuscação leva à chegada do caixa de que resulta a luta e a morte deste, na sequência do assalto), mas também as cenas no estúdio, cuja encenação têm um carácter "surrealista", como se vistos pelo "desespero" da busca do pintor, inspirado pelo filme Dead of Night, que dois anos antes marcara um momento importante do cinema britânico. Mas há também toda a sequência final, que mais parece uma "transfiguração" resultante do olhar "romântico" de Kathleen, que cria à sua volta uma atmosfera evocativa do "realismo poético" francês: a beleza da cena final reside em grande parte no seu próprio artificialismo, tanto no gesto da dupla imolação como na atmosfera que parece a de um palco ou de um melodrama das primeiras décadas do cinema. E é este artificialismo que lhe dá, hoje, um novo fôlego e um renovado interesse, depois de ter passado pelo limbo durante um período em que se celebrou o "realismo".

Se Odd Man Out não alcança o nível do outro filme, talvez seja devido em grande parte devido à sua ambição denunciada na abundância de símbolos e temas que acabam por "enchê-lo" de modo desadequado e alongá-lo demasiadamente, fazendo cansar o espectador, e só retomando a força dramática da primeira parte após a saída de "cena" de Robert Newton, para a belíssima imolação final do par. Dir-se-ia que toda a sequência do pintor foi ali posta para justificar a presença de Newton e fazer brilhar todo o seu cabotinismo e revirar de olhos. Porque dramaticamente nada a justifica. É depois deste desaparecimento que o filme de Reed se reencontra com o seu projecto inicial, que domina toda a primeira parte, onde reside toda a sua força e, ainda hoje, o seu interesse.


Manuel Cintra Ferreira

quarta-feira, 17 de agosto de 2005

STEREODOX - Para os corações vivos






she turns and says "are you alright?"
I said
"I must be fine cause my heart's still beating"



Sabotage
THE BEASTIE BOYS

Para o Filipe, por razões óbvias!

Phantom Limb
THE SHINS



While we go dancing
THE WHITE RABBITS



The Plot
THE WHITE RABBITS



Bad Kids
THE BLACK LIPS

MUSE :


MUSE AT V FESTIVAL (INGLATERRA)
"Knights of Cydonia"

PLAYLIST : Love letters.



THE PLATTERS!


SMOKE GETS IN YOUR EYES



THE GREAT PRETENDER



UNCHAINED MELODY

PLAYLIST : Whispers


Electrophonvintage
The former president


The Jaybirds
Take it easy, baby


Espers
Travel Mountains


STEREODOX - Alinhada com o clima.


CARIBOU
Melody Day

terça-feira, 16 de agosto de 2005

DIAL FOR DIVA: Carole

Carole Lombard

The common word exact without vulgarity,


What we call the beginning is often the end
And to make an end is to make a beginning.
The end is where we start from. And every phrase
And sentence that is right (where every word is at home,
Taking its place to support the others,
The word neither diffident nor ostentatious,
An easy commerce of the old and the new,
The common word exact without vulgarity,
The formal word precise but not pedantic,
The complete consort dancing together)
Every phrase and every sentence is an end and a beginning,
Every poem an epitaph. And any action
Is a step to the block, to the fire, down the sea's throat
Or to an illegible stone: and that is where we start.
We die with the dying:
See, they depart, and we go with them.
We are born with the dead:
See, they return, and bring us with them.
The moment of the rose and the moment of the yew-tree
Are of equal duration. A people without history
Is not redeemed from time, for history is a pattern
Of timeless moments. So, while the light fails
On a winter's afternoon, in a secluded chapel
History is now and England.
T. S. Eliot, "Little Gidding", Four Quartets

domingo, 14 de agosto de 2005

Mirror mirror of the wall...


Spells.