Search for Beauty, Erle C. Kenton, 1934

The Fiery Furnaces - Charmaine Champagne from Thrill Jockey Records on Vimeo.
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Jorge Silva








Filipa César





André Cepeda







Patricia Almeida



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Os maravilhosos
Micachu and The Shapes
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THE CURE
JUST LIKE HEAVEN

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Após posts como os anteriores, vale uma revisitação a Sally Mann, a polémica fotógrafa que melhor arrancou erotismo à infância.


“Mann recorded a combination of spontaneous and carefully arranged moments of childhood repose and revealingly—sometimes unnervingly—imaginative play. What the outraged critics of her child nudes failed to grant was the patent devotion involved throughout the project and the delighted complicity of her son and daughters in so many of the solemn or playful events. No other collection of family photographs is remotely like it, in both its naked candor and the fervor of its maternal curiosity and care.”
Reynolds Price, ‘’Time Magazine’’ July 9, 2001.















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DJEDDISON
da HELLO HANDS, nome da banda da belga Ulrik

A OUVIR AQUI
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Vir às mãos / Aforismos terceiros
Raquel Nobre Guerra


subindo rei no horizonte sou rei de luzes apagadas
sou rei na divina loucura do trono
o trono vazio sou eu




Neither, Noé Sendas, 2005
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EXCERTO DE TEXTO DE v i d e o c r i m e




'There is a popular notion, that the photographer is by nature a voyeur,the last one invited to the party. But I'm not crashing; this is my party. This is my family, my history.'
Nan Goldin


Internacionalmente reconhecida como uma das mais importantes obras fotográficas americanas, a arte de Nan Goldin – imagens espontâneas e cruas dela própria e dos seus amigos – captura a essência do underground artístico de Nova York e de algumas capitais europeias, sejam elas Paris, Londres ou Berlin. Recorrentemente, a fotografia de Goldin retrata de forma próxima e honesta o glamour e o pathos das subculturas urbanas. Estruturado segundo fases temáticas, da toxicodependência ao transformismo, o seu trabalho explora a verdade indefinida das relações humanas, da vida e da morte.

A carreira de Nan Goldin começou ainda nos anos 60, quando tirava fotografias aos amigos. Fortemente influenciada pela elegância decadente dos filmes de Hollywood e da fotografia de moda europeia, estas primeiras imagens documentam a passagem da adolescência para a idade adulta.

Goldin celebra as histórias-de-vida de certos indivíduos, voltando recorrentemente a fotografá-los ao longo de várias décadas. Uma das suas séries regista a vida de uma amiga, a actriz underground Cookie Müeller, conhecida pela sua colaboração com o realizador John Waters. Essa série começa com um retrato de Cookie com o filho e acaba com ela no caixão e ele ao lado, praticamente na mesma posição. Nestes registos fotográficos não há aspecto da condição humana que seja ignorado – desde casais a fazer amor até amigos a morrerem de sida. Goldin capta os seus sujeitos em plena troca de realidades e cria testemunhos de vida.

Celebrando a exuberância dos mundos auto-construídos, a primeira série de fotografias de drag-queens de Nan Goldin, corresponde à altura em que ela partilhou um apartamento com dois travestis. Usando a câmara para retratar não só as personas de palco, as públicas, dessas duas personagens, mas também momentos mais íntimos e domésticos, estas imagens de cor saturada celebram a maquilhagem pesada, os trajes brilhantes e as poses glamorosas. Trabalhos posteriores documentariam a marcha do Gay Pride de Nova York, bem como visitas ao submundo de Tokyo e de Bangkok.

Goldin construiu o seu nome no mundo artístico, graças a The Ballad Of Sexual Dependency, primeira obra (livro e slide-show), mostrado pela primeira vez no lendário Mudd Club de Nova York. Foi em 1979. Agora clássicas, essas 700 imagens monstram-nos mulheres e homens em actividades quotidianas – deitados em camas desfeitas, falando ao telefone, vendo-se ao espelho, bebendo em pubs, sentados em táxis a voltar para casa. Acompanhado por uma escolha músical variadíssima, de Brecht a Dean Martin, The Ballad… mostra-nos também uma realidade muito mais obscura, com imagens perturbantes de mulheres decrépitas, prostitutas e toxicodependentes.

Outros trabalhos nas mesma linha se seguiram, The Other Side, Desire By Numbers, até chegar à fabulosa retrospectiva I’ll Be Your Mirror. A sequela de The Ballad…, um slide show chamado Heart Beat medita sobre os relacionamentos e o sexo. Este trabalho teve direito a uma banda sonora original composta por John Taverner e faz uso de algumas composições de Bjork, rítmicas e pulsantes, a acompanhar imagens intimas e descomprometidas de casais a fazer amor.

Caracterizadas por nunca a colocar como uma observadora externa, as fotografias de Nan Goldin mostram-nos a sua própria vida, o seu círculo social – o que ela entende por família alargada. Já em All By Myself, uma série de auto-retratos, Goldin revela-se exclusivamente, examinando com objectividade os seus relacionamentos, a sua dependência das drogas e a sua reabilitação. A imediaticidade amorfa e o sentido de envolvimento que Nan Goldin cria, assim como as suas opções de enquadramento e uso da luz e da cor, revolucionaram simultaneamente o estilo e as temáticas da fotografia contemporânea. O trabalho de Goldin cria intersecções entre os mundos da moda, a sub-cultura urbana e da fotografia propriamente dita; o que faz com que muito seja devido ao seu legado nas áreas do cinema e da moda. (...)
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BLACK REBEL MOTORCYCLE CLUB!

LOVE BURNS



WHATEVER HAPPENED TO MY ROCK'N'ROLL
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celebrar um Amor com uma câmara de filmar.
Erguer uma musa, pintar uma aura, desvelar a paixão num olhar intransmissível sobre os cantos únicos em que a paixão se revela, distância de uma pessoa até outra. Cinema, a artéria mais digna para gritar os segredos encerradas no peito.


STROMBOLI, TERRA DE DIO
ROSSELLINI, 1950
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Reflectir significa, em simultâneo, espelhar, meditar, revelar. Aqui me espelho, nos meus interesses e nas palavras, e com frequência pondero a  utilidade geral disto tudo. Respondo-me mas raramente me encontro. Eu, para aqui debruçada a edificar belezas de imagem em imagem - este é um quadro possível por uma moldura de conforto. Mas nem por um momento me esqueço de que não longe há pessoas a morrer de fome. 

(Existo, apesar de tudo, comprometida em tomar o partido que me é mais lógico, o do amor, aspirando a que contamine tudo, sempre.)


Deleuze

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dreamy dreamy
music that makes you feel alright.




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Sabrina D. Marques © 2005-2015. Com tecnologia do Blogger.

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